Naming não é poesia. É posicionamento estratégico com consequências diretas no VGV. Um nome carrega dentro de si toda uma arquitetura de expectativas: ele diz ao comprador com quem ele vai conviver, que estilo de vida ele está comprando, em que narrativa ele se encaixa. No segmento de luxo, onde a decisão de compra é majoritariamente emocional, o nome é o primeiro momento de verdade da marca. Ele precisa ser memorável, pronunciável, elegante — e, acima de tudo, precisa criar uma promessa que o produto seja capaz de cumprir. O erro mais comum? Escolher o nome pela sonoridade sem pensar no sistema de signos que ele ativa.